Sentir, sem saber o que. Sorrir, sem saber por quê. Quando eu mais estou mal demonstro felicidade. Quando eu deveria estar chorando e desanimada, eu estou rindo. É estranho. Eu sei. Mas eu faço aquele tipo de pessoa que não demonstra fraqueza, que não deixa as pessoas ver o quanto está ferida. Não sou explícita. Alguns dizem que talvez eu não tenha coração. Mas, eu tenho sim, o fato de não transparecer isso não quer dizer que eu não sinta que não tenha sentimentos. Pelo contrário, tenho muitos. Que alguns talvez fossem preferíveis nem ter. Porque si por fora eu demonstro tanta tranquilidade e paz, é porque dentro está sagrando, calado, prefiro que seja assim. Talvez prefira que as outras pessoas não participem disso, a dor é minha, que eu sinta ela sozinha então. Afinal, já passei por isso tantas vezes que já sei como lidar.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
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